29 de out. de 2011

Floresça e frutifique


O povo murmurou contra Moisés e Arão porque, apesar de Deus o ter liberto da escravidão, este teve de enfrentar obstáculos, dificuldades, o deserto… Então, achou-se no direito de murmurar contra os servos de Deus e Ele achou que só existia uma forma de resolver este problema, ou seja, dando-lhe sinais de quem Ele tinha escolhido. Pois, apesar de estarem todos diante de Deus e de afirmarem crerem n’Ele, nem todos Lhe estavam a ser fiéis! E, por isso, murmuravam, tudo porque as suas vidas não floresciam, nem frutificavam. Pois, o florescer seria o ser equilibrado, diligente, aplicado, trabalhador, bom… Mas, é claro, que ninguém vive dessas caraterísticas, pois, precisamos de comer, caar, vestir, pagar as contas… Então, em seguida, Deus falou em frutificar, isto é, em ter a casa, o aumento de salário, a promoção, o sucesso universitário, a realização profissional… Mas para que isso possa acontecer, cada um tem que assumir a sua fé e escrever o nome sobre o seu bordão, chamando a responsabilidade para si mesmo.
“E os porás na tenda da congregação, perante o Testemunho, onde eu vos encontrarei” (Números 17.4).
A palavra “Testemunho” surge aqui escrita com maiúscula porque está a falar de Deus, visto Ele ser testemunha da sua integridade, sinceridade, trabalho, do que você é e faz, dentro e fora da Igreja, casa, empresa… E é Deus que vem ao seu encontro, esperando encontrar o seu cajado com nome e a sua ativa, porque, afinal, a fé sem obras é morta!
“O bordão do homem que eu escolher, esse florescerá; assim, farei cessar de sobre mim as murmurações que os filhos de Israel proferem contra vós” (Nm 17.5).
Então, quando os seus familiares, clientes, conhecidos ou vizinhos murmuram, dizendo: “onde está o seu Deus? de que é que adianta você orar, crer e ser honesto, pois, olha como está a sua vida?!? Afinal, a sua situação ainda é pior do que a minha!”. Essas pessoas estão a tentar convencê-lo de que não adianta ser honesto, verdadeiro, diligente, aplicado… mas, sobretudo, estão a murmurar contra Deus, porque é Ele que nos ensina a fazer tudo isso e muito mais!
“No dia seguinte, Moisés entrou na tenda do Testemunho, e eis que o bordão de Arão, pela casa de Levi, brotara, e, tendo inchado os gomos, produzira flores, e dava amêndoas” (Nm 17.8).
De um dia para o outro, aquele cajado que, aparentemente, estava morto como os demais, florescera e frutificara. Pois, afinal, este tinha uma raiz que ninguém havia visto! E qual era a raiz que este bordão tinha e os outros não? A raiz da fidelidade! Arão foi fiel a Deus e também Moisés o foi. Mesmo no meio das dificuldades, murmurações, críticas, insultos, ameaças, perseguições, injustiças… mantiveram-se fiéis a Deus. Então, quando você tem a raiz da fidelidade em Deus, Ele faz com que você floresça, passando a ser diligente, honesto, perseverante, trabalhador, bom… e ainda frutifique, ou seja, passa a ser bem-sucedido naquilo que faz, conclui os seus estudos, obtém o sucesso profissional, paga as suas dívidas, desfruta da casa dos seus sonhos, veste, caa e alimenta-se a si e à sua família com o melhor, a sua empresa é ampliada, a sua clientela multiplica… e aí acaba a murmuração!
“Então, Moisés trouxe todos os bordões de diante do SENHOR a todos os filhos de Israel; e eles o viram, e tomou cada um o seu bordão” (Nm 17.9).
E você pode até perguntar: “mas, bispo, não estavam todos os bordões diante de Deus e só um floresceu e frutificou? Não terá sido isso uma injustiça? Mas não é Deus que não faz aceção de pessoas?”. Não, Ele não faz! Mas foram eles que murmuraram contra os servos de Deus, querendo tomar o lugar de Moisés e de Arão à força e culpando-os pelas suas próprias dificuldades e fracassos. Então, mas se estavam todos ali, tal como estão todos na Igreja, porque é nem todos florescem e frutificam? Porque cabe a cada um estender as suas raízes, decidindo por si mesmo ser fiel a Deus, tornando-se dizimista e mostrando-lhe que Ele está em primeiro lugar na sua vida. E, se você vir no dicionário, dízimo quer dizer a décima parte, mas para Deus representa o sinal que você Lhe dá de que Ele está em primeiro lugar na minha vida e de que você Lhe é fiel. E, por isso mesmo, você tem que florescer e frutificar, pois, assim, todos verão as obras de Deus na sua vida, que você é Seu filho e que há uma diferença entre os filhos de Deus e os filhos das trevas, acabando com a murmuração.
“Disse o SENHOR a Moisés: Torna a pôr o bordão de Arão perante o Testemunho, para que se guarde por sinal para filhos rebeldes; assim farás acabar as suas murmurações contra mim, para que não morram” (Nm 17.10).
Sempre existiram e sempre existirão pessoas negativas e que querem contaminar os outros com o seu negativismo, então, que o seu testemunho, tal como o de Arão, sirva de exemplo para elas. Pois, cada vez que alguém murmura, renega, blasfema e culpa os outros, está-se a matar, porque é como se injetasse veneno no seu sonho, o qual começa a enfraquecer, a minguar, acabando por morrer. Então, só há uma forma de combater o mal, ou seja, você tem que ter uma raiz de fidelidade!

27 de out. de 2011

Os passos para a decisão


1.       Veja como está sua vida. Quais as suas frustrações? O que você não quer que continue acontecendo? Ninguém pode decidir mudar sem primeiro odiar a situação em que está.
2.  Entenda que sua vida é resultado de suas decisões. Sua vida hoje é conseqüência das centenas e milhares de decisões que você tomou (ou deixou de tomar) desde que veio a ser gente.
3.       Tome uma decisão agora de fazer algo para mudar sua vida. Se a sua vontade fica apenas dentro de você, sem sair para o exterior em forma de uma decisão, ela não tem poder nenhum. Não pode lhe ajudar. A mudança só ocorre quando uma decisão é tomada.
Lembre-se que a fé é uma decisão, e a decisão é uma fé. Antes de decidir, eu tenho que crer (ter fé) que aquela decisão vai dar certo. Para minha fé dar certo, eu tenho que tomar uma decisão de agi-la. O Dia da Decisão é na verdade o dia da fé agida!
PS. Quando você não toma suas próprias decisões, alguém as toma por você. Aí é quando você geralmente reclama “Ah, mas eu não tive escolha.” Na verdade, você demorou muito para fazer a sua escolha, então alguém a fez por você.

A tecla que eu mais gosto



A tecla que eu mais gosto no meu computador, de longe, é a "delete". Ela nem se compara com as outras. Aliás, o que seria do resto do teclado sem ela? Quem é do tempo da máquina de escrever, sabe disso.

Na Idade da Pedra dos processadores de texto, quando você metia o papel na máquina de escrever para datilografar, era melhor você estar bem certo do que ia dizer antes de apertar uma tecla... Isso porque praticamente não tinha volta. Quer dizer, para apagar uma só letrinha era um martírio. A fita de apagar nunca funcionava direito, e quando funcionava, a folha ficava manchada, mostrando a todos depois que você teve que corrigir o que escreveu. Era de fazer qualquer um desanimar.

Mas graças a IBM, que inventou o word processor, hoje eu posso escrever nesse blog o que vier na minha mente sem me preocupar porque se numa segunda leitura eu não gostar do que escrevi, aleluia! Eu tenho a tecla "delete"!

Ainda mais útil é a tecla "delete" no seu cérebro. Não tão simples de acessar, e nem sempre tão rápida quanto a do teclado, a tecla "delete" no seu cérebro é a capacidade que você tem de decidir apagar algo da sua mente. Você pode deletar pensamentos ruins, pessoas irrelevantes, críticas destrutivas, um passado triste, e tudo mais que seja inútil e lixo demais para ocupar sua mente.

"Mas espere aí," você diz. "Nem tudo dá para apagar da mente." É verdade. Nossa memória as vezes grava mesmo e não dá para esquecer. Mas dá para decidir não focar naquilo, mas em outra coisa mais produtiva. O resultado é o mesmo.

Eu provavelmente não escreveria um blog diário se não existisse a tecla delete. E tocar a vida sem ela no meu cérebro, nem pençar pensar.


Bp. Renato Cardoso

23 de out. de 2011

E serão uma só carne... e dois conjuntos de problemas

Quando duas pessoas se casam, cada uma traz seu próprio conjunto de problemas e defeitos pessoais para o casamento. O que você não vê no fino convite de casamento são coisas do tipo: Fulano de Tal, viciado em pornografia, abandonado pelo pai quando criança, extremamente inseguro como homem, casará com Fulana das Tantas, abusada quando criança, uma bomba-relógio ambulante, que topa qualquer coisa pra sair da casa dos pais
Não é preciso muita imaginação para saber como será o futuro de um casamento desses.

De modo geral, quando duas pessoas se casam elas se conhecem apenas de 10 a 20%, no máximo. E essa pequena parte é principalmente só lado bom da outra pessoa. Isso é lógico porque a maioria de nós consegue esconder muitas falhas pessoais durante o namoro (por isso sou a favor de que os dois ponham todas as cartas na mesa no período do namoro, e tirem todos os esqueletos que existam no closet do seu passado, para minimizar surpresas desagradáveis no casamento, quando já é quase sempre tarde demais).

É somente com o passar dos anos, quando o casal enfrenta juntos diferentes situações e desafios, que eles começam a se conhecer pelo que verdadeiramente são.


As diferenças se tornam mais aparentes, as personalidades se chocam, problemas pessoais são revelados e começam a afetar o relacionamento. E agora?

Quando não se sabe o que fazer a respeito dessas diferenças, os problemas não se resolvem, e o casamento deteriora. Passados alguns anos, se nada mudar, ocorre o divórcio. O que é o divórcio, senão um plano de fuga quando não se consegue solucionar os problemas conjugais?

Casamentos felizes requerem sacrifício. Eles não acontecem por acaso. E o sacrifício tem que começar com o reconhecimento dos seus próprios erros pessoais e lidar com eles, em vez de focalizar nas falhas do seu parceiro. Pense: se você resolver suas questões pessoais, os problemas no seu casamento já cairão pela metade – antes mesmo que seu parceiro comece pensar em mudar! 

Quando seu parceiro(a) ver o quanto você mudou, e que parou de chateá-lo(a) pra que mudasse, uma vergonha natural surgirá dentro dele(a) de continuar do mesmo jeito.

Pessoas condenadas ao inferno

“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.” (Ap  21:8)
   1)       Covardes espiritualmente covardes são aqueles que não perseveram na fé cristã. Talvez tenham começado muito bem, mas com o decorrer do tempo desistem de lutar, tendo em vista as muitas perseguições, difamações e injustiças sofridas durante a caminhada na fé.

   2)       Incrédulos são aqueles que além de duvidarem da Palavra de Deus ainda zombam daqueles que crêem. Eles têm achado que a Bíblia, a Igreja e a Fé não passam de um comércio. Não obstante terem visto milagres, preferem viver no pecado da incredulidade.

3)       Abomináveissão os supersticiosos, aqueles que tomam decisões de acordo com adivinhadores, prognosticadores e praticantes do ocultismo.

4)       Assassinos a Bíblia diz que “Todo aquele que odeia a seu irmão é assassino...”       (1 João 3.15). Portanto, na linguagem divina, a definição de assassino não é só aquele que tira a vida de outrem, mas também aquele que odeia.

5)       Impuros são aqueles que vivem nos prazeres da carne: “Sabei, pois, isto: Nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.”(Efésios 5.5)

6)       Feiticeiros inclui-se nos pecados de feitiçaria e rebelião, pois “...a rebelião é como pecado de feitiçaria, e a obstinação é como idolatria e culto a ídolos do lar...”            (I Samuel 15.23).

7)       Idólatras a idolatria se caracteriza por amor, veneração e consideração a qualquer pessoa ou coisa mais do que a Deus. O amor à família; a si próprio; aos bens materiais; ao dinheiro; enfim, a tudo aquilo que ocupar o primeiro lugar, isto é, o lugar de Deus na vida de alguém.

8)       Mentirosos são aqueles que torcem ou negam a verdade. Incluindo aqueles que procuram aparentar um cristianismo diante das demais pessoas: “...a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.” (Apocalipse 21.8)

Dois erros comuns que muitos cometem


Muitos não obtêm resultados da fé por um destes dois erros comuns:

1. Considera-se pecador, não merece as bênçãos de Deus porque já fez muita coisa errada, acha que sua fé é pequena, etc. Se DIMINUI diante de Deus.

2. Considera-se santo, justo, cheio de méritos por ser trabalhador, honesto, dedicado, bondoso, etc. Por isso, acha que vai ser abençoado por sua justiça.

O problema é que Deus não opera em nenhum destes termos. Ele é conhecido por abençoar até prostitutas e ladrões, e também não abençoa a todos os 'bonzinhos'.
Por quê?

A única coisa que importa para Deus na questão de abençoar alguém é se aquela pessoa manifestou a fé. Creu, agiu, levou. Não creu, fica chupando o dedo.